Worst to Best: Akina Nakamori(中森明菜)

Akina Nakamori é uma das minhas cantoras favoritas da vida, logo também vai ter seus post de “reviews”. Será apenas um paragrafo por álbum porque a bicha não tem 10 igual a Utada, e sim 25(!!!). O que importa é a motivação…

* Postei como lista ano passado no rym, porém só finalizei agora para colocar no blog!

25º

Spoon (1998)

J-Pop, Soft Rock, Adult Contemporary, Dream Pop

Tenha pena do seu próprio ouvido. Algumas coisas aqui são piores que a discografia do Oh My Girl(!!!)

Obs: As mais sortudas bombas daqui seriam salvas no seu próximo lançamento (Will)!

Destaques: 帰 省 〜Never Forget〜 and ユ ア バ ー ス デ イ

20/100

24º

Akina (2017)

Chamber Pop, J-Pop, Christmas Music

Último álbum lançado por Akina Nakamori, 明 菜 é apenas um álbum comemorativo, então seu repertório não tem muitas contribuições boas. É um LP antigo, diferente de tudo que Akina lançou no século 21, onde se dividia entre moderno e aventureiro – às vezes os dois. 明 菜 é apenas um aperitivo para alegrar os fãs e provar que Akina está viva. Cage, álbum de covers lançado no mesmo ano, contribui muito mais para a discografia da rainha, ainda que seja meio cavernoso!

Destaques: Amar es creer e La.La.Bye

25/100

23º

Anniversary (1984)

Idol kayō, Pop Rock

Anniversary é, sem duvidas, o pior álbum dos anos 80 que Akina lançou. Tem algumas faixas boas, mas no gerais consiste em baladas insuportáveis ​​e faixas genéricas. Inconsistente e desnecessário, só recomendo para as faixas em destaque que vão ficar abaixo …

Destaques: Kita Wing, Shut Out, Easy e Ashylum.

45/100

22°

Diva (2009)

J-Pop, Electropop, Pop Rock, Dance-Pop

A era EDM chega para todos. Diva é basicamente Akina rasgando a capa de Destination (Namie vibes) e nascendo de novo; infelizmente esse “renascimento” não é tão bom quanto deveria ser. Mas existem ótimas trilhas. GIVE TAKE é Do Me More da Akina e sem dúvida uma farofa de qualidade. Reverse é o hino sexual e Diva é um bom single. Fora isso, não há muito bem aqui … infelizmente. Não posso deixar de mencionar que Akina colaborou com vários produtores ocidentais para se encaixar na EDM da época. Dito isso, Diva consegue ser minimamente consistente e eu recomendo ouvir as boas faixas aqui!

Destaques: GIVE TAKE, Reverse, 逢 え な く て, com e HEARTBREAK.

50/100

21°

New Akina (1983)

Idol kayō, Pop Rock, Synthpop, Techno kayō

Primeiro álbum desde pós-trilogia de estreia, “New Akina” vem como um catalisador para seus três primeiros lançamentos. É um full que, apesar de consistente, não agrega muito ao incrível repertório da lenda. Mas ainda há ótimas faixas aqui. Grande colaboradora de Momoe Yamaguchi, Yoko Aki não escreveu boas faixas (# 2 e # 9) para este álbum. Harumi Hasuono compõe ótimas faixas (# 5 e # 6) aqui.

Destaques:少 し だ け ス キ ャ ン ダ ル, ル ネ サ ン ス – 優 し さ で 変 え て – e さ よ な ら ね.

60/100

20°

Resonancia (2001)

J-Pop, Flamenco Pop, Contemporary R&B, Dance-Pop

Álbum onde Akina mistura Pop latino e R&B. A voz da rainha é usada de forma mais suave, contrariando todos os lançamentos anteriores, onde sua voz era usada de forma agressiva. Admito que essa mudança foi até legal, pois podemos conhecer um novo lado da lenda. É provável que a maioria não goste desse álbum, seja pela capa feia ou pelo conceito mais latino. E não vou criticar, porque eu mesmo odiava esse álbum, até começar a gostar de pop latino (obrigado Thalia). Esse foi o ponto de virada. Mas não se engane, este álbum não é uma bíblia, no entanto, há ótimas faixas na tracklist. Estou surpreso que a gravadora quisesse transformar Akina em uma Jennifer Lopez oriental com este álbum; o que é demasiado RIDICULO. Akina é Akina e não precisa se tornar ocidental para vender. É aqui que o R&B aparece pela primeira vez em sua discografia; Eyes on you e Missed U são exemplos. Acredito que o problema do Resonancia é que ele não tem faixas memoráveis, visto que, em geral, é bastante consistente!

Destaques: Eyes on you, The Heat (versão álbum), Missed U, Deseo e Bonita terra.

62/100

19°

Will (1999)

J-Pop, Dance-Pop, Flamenco Pop, House

Considero como um álbum de reconciliação, porque o anterior nem mesmo o fã mais fanático consegue curtir. Isso se torna ainda mais real com a existência de “remakes” de algumas faixas presentes na bomba SPOON. Felizmente, todos eles estão salvos aqui, provando por Fushigi + Stock que Akina não aceita a existência das bombas em sua discografia icônica. Em relação ao álbum: Legal, mas poderia ser melhor. Uma tracklist é coesa e não tem nada de ruim, mas carece de faixas fortes ou ganchos para ouvir o LP inteiro. Ok, eu admito, Trust Me e Ophelia são ótimas faixas, porém estão longe de hinos como Aibu, Reversion e até MOONLIGHT SHADOW. E outra: Akina gosta muito de misturar pop latino com qualquer gênero musical possível, o que na maioria das vezes não é bom. As bombas SPOON melhoraram muito aqui, mostrando que um instrumento digno pode salvar vidas. Portanto, ainda é um álbum bacana e merece uma chance!

Destaques: Trust Me 〜all’ espanola/Trust Me, 嵐の中で 〜misterioso “A”, 帰省 〜Never Forget〜 Taste “A” Version e Ophelia(オフェリア).

65/100

18°

I Hope So (2003)

J-Pop, Pop Rock, Baroque Pop

I Hope So é o primeiro álbum de baladas de Akina Nakamori. Incrivelmente, o álbum não é tão melancólico, apesar da capa. Existem quatro faixas instrumentais na lista de faixas, o que seria extremamente ruim para um álbum normal, mas funciona muito bem aqui. I Hope So, a faixa-título, é PERFEITA e lembra muito os dramas dramáticos da época. Além disso, é um álbum consistente e merece ser ouvido!

Destaques: Rain, i hope so e Days.

67/100

17°

Shaker (1997)

J-Pop, Dance-Pop, Trip Hop, Pop Rock

O álbum indie / urbano / trip hop da nossa querida Akina. Shaker se apresenta como uma versão em LP de seu mini álbum VAMP, sendo apenas um pouco pior. Mas não se engane, temos boa música aqui. Aqueles que assistiram Serial Experiment Lain podem achar Mangetsu semelhante à abertura de Lain (Duvet), que eu, como lainzete, acho incrível. O engraçado é que Spicy Heart já é algo que estaria na trilha sonora de Bogiepoop Phantom. Infelizmente, as últimas faixas são terríveis, o que diminui muito o nível do álbum. É um lançamento que precisa de várias ouvidas, então se prepare. Apesar de tudo, esta ainda é uma adição muito rica para a discografia de qualquer artista!

Destaques :満 月, Spicy Heart, 夜 の 匂 い, Moonlight Shadow〜 月 に 吠 え ろ (Album Mix) e Appetite〜Horror Plants Benjamin.

70/100

16°

Possibility (1984)

Idol kayō, Pop Rock, Techno kayō

Possibility serve como uma transição pra Akina; ela passa de idol teen com voz adulta para FINALMENTE idol adulta com voz adulta. Uma faixa talvez seja decisiva para tal mudança. Ultimo single do álbum, Jukkai representou um avanço estético enorme para ela. Um look preto bem bad girl 80s e uma Jojo pose foi tudo que Akina precisava na época. A qualidade do álbum é bem boa, apesar de alguns fillers. Southern Wind e October Storm são hinos demais, enquanto Aishūno Midnight foi uma das primeiras brasilidades de Akina. Muito bom!

Destaques: Southern Wind, October Storm, Jukkai (1984), Akiwa Pastel Touch.

70/100

15°

Prologue (1982)

Idol kayō, Techno kayō, Boogie, Pop Rock

O começo de tudo. Baby Akina já está destruindo tudo na estreia com o Proloque, que considero um dos melhores álbuns de estreia da época. A voz da lenda ainda não atingiu o auge, mas já bate forte demais. Álbum muito consistente, embora um pouco (muito pouco) fraco em alguns momentos da Side B.

Destaques:あ な た の ポ – ト レ – ト, 条件 反射 e Slow Motion (ス ロ – モ – シ ョ ン).

72/100

14°

Variation (1982)

Idol kayō, Disco, Pop Rock, Techno kayō

Segundo lançamento completo de sua longa discografia, eu vejo Variation como uma “versão um pouco melhorada do debut”. E não há o que reclamar, pois o debut já é incrível. É aqui que temos Shoujo A, polemico single pelas letras sensuais(pra época). Bastante consistente do inicio ao fim e ganha ponto pela introdução/outro que existe na tracklist.

Destaques: キャンセル!, ヨコハマA・KU・MA, 少女A, 哀愁魔術.

75/100

13°

Fixer (2015)

J-Pop, Electropop, Pop Rock, Flamenco Pop

Álbum onde Akina mistura EDM e música latina, Fixer é o último disco “moderno” de sua longa carreira. Lançado após 6 anos de seu trabalho anterior (Diva), Fixer conseguiu figurar no Top 10 da Oricon (em #7), feito que Akina não realizava há 20 anos. Ao contrário de seus discos latinos anteriores, nos quais a mistura de pop latino e algum outro gênero não funcionava como deveria, em Fixer tudo se encaixa muito bem. A tracklist é bem moderna e segue as tendências da época, trazendo faixas dentro da EDM / House que apareceram com frequência em 2015, mas todas com ótima produção. Existe um conceito de morte e renascimento aqui; e isso é seguido cronologicamente na tracklist. Fixer é a redenção de seus mais recentes lançamentos latinos, servindo algo realmente bom do gênero!

Destaques: Fixer -While the Women Are Sleeping-, Kodou, La Vida, Rojo -Tierra-, Endlees Life e Re-Birth.

75/100

12°

La alteración (1995)

J-Pop, Pop Rock, Rock & Roll, Dance-Pop, House

la alteración é o sucessor do grande Unbalance+Balance — e o nível continua alto. Quase tão dramático quanto seu antecessor, LA vem como uma boa adição à discografia de Akina, pois acrescente coisas novas como surf rock. Aqui tem um mix de farofas sentimentais, baladas para chorar TODOS os dias (oi Necessary) e alguma produção épica!

Destaques: Gaia 〜 地球 の さ さ や き 〜, Girassol, Tsurai Tsurai, Necessary.

77/100

11°

Destination (2006)

Contemporary R&B, Dance-Pop, Funktronica, J-Pop, Jazz

Akinão não precisava provar nada quando lançou Destination; felizmente ainda inova muito com isso aqui. Versatilidade é a palavra que define Akina para mim, pois ela já passou por inúmeros gêneros musicais, como: Hard Rock / Metal no Stock, City Pop no Crimson, Pop Rock / Pop em vários álbuns, Experimental no Fushigi, Urban / Trip Hop no Shaker e etc. O Destination não é diferente. A diferença aqui é um surubão de gêneros, Jazz e R&B sendo alguns deles. Akina acerta e erra, mas o balanço desse trabalho é bastante positivo!

Destaques:紅 夜 -beniyo-, 嘘 つ き, 華, 落花流水, Only You, Seashore, Grace Rain, LOVE GATE e 夜 の 華. * As duas últimas foram escritas por Akina e creditadas através do pseudônimo Miran: Miran!

78/100

10°

Cross My Palm (1989)

Synthpop, Dance-Pop

Cross My Palm é o álbum de estreia em inglês de nossa amada Akina — e que DEBUT. A tracklist tem as vibrações dos anos 80, mas grande parte está no auge do que os anos 80 podem nos fornecer. Political Movies parecem uma versão alternativa de Papa Don’t Preach, lançada pela lendária Madonna. Slave for Love anuncia o apocalipse; Modern Woman declara a independência feminina; My Position já é sobre não amar a independência e The Look That Kills MASSACRA a versão original (em japonês). Músicas ainda mais comuns para a época, como The Touch of a Heartache e No More, acabam se destacando no final do álbum. O maior problema mesmo é a pronuncia, que mesmo com grande preparação nos estúdios — Akina demorou 3 meses para gravar por causa disso — , não foi obtido um resultado muito satisfatório . Um ótimo (e coeso) álbum que muitas vezes é esquecido pelos fãs ocidentais da nossa fada…

Destaques: Political Movies, The Look That Kills , Soft Touch, My Position e House of Love.

78/100

Femme Fatale (1988)

Dance-Pop, Idol kayō, Synthpop, Pop Rock, New Jack Swing

Produzido por inúmeros produtores ocidentais e com a proposta de ser 100% dance, Femme fatale é o 13º álbum da lenda japonesa. Há muitas faixas realmente boas aqui, embora algumas soem um pouco genéricas dentro da própria lista de faixas. La Liberte (hit latino) e Reversion (uma grande faixa dark) conduzem a discografia acompanhada pela faixa-título feminista “Femme Fatale”. Um LP muito consistente do início ao fim, com um Side A melhor produzido do que o Side B.

Destaques: La Liberte, Femme fatale e Reversion.

78/100

Cruise (1989)

Idol kayō, Pop Rock, City Pop

Último lançamento antes do colapso de Akina, Cruise é o prelúdio do que aconteceria. Com uma tracklist extremamente dolorosa, não espere encontrar faixas mais farinhentas ou pop rock, pois o que prevalece aqui são faixas de tristeza eterna. Mesmo assim, o full é extremamente consistente e repleto de baladas muito fortes. Três faixas foram compostas pelo produtor brasileiro Osny Mello, são elas: Standing in Blue, Close Your Eyes e SINGER. A estética da capa (que é muito bonita) é a sensação que o álbum passa!

Destaques: Standing in Blue, Close Your Eyes, Uragiri, Liar e 風 は 空 の 彼方.

80/100

Fantasy (1983)

Idol kayō, Techno kayō, Synthpop, Pop Rock, Dream Pop, Spoken Word

Fechando a trilogia de estreia, Fantasy é provavelmente o melhor dos 3. Com muitos sintetizadores e vocais sonhadores, Akina arrasa aqui. Da introdução spoken word até a ultima faixa, é tudo muito sólido e bem feito. Destaque pro single Second Love, maior sucesso da carreira com 765 mil copias vendidas. Ela foi a maior!

80/100

Unbalance+Balance (1993)

J-Pop, Dance-Pop, Acid House, Contemporary R&B, Alternative Dance, New Jack Swing

O ressurgimento de Akina Nakamori. Primeiro álbum de estúdio lançado após sua tentativa de suicídio, Unbalance + Balance vem com um conceito totalmente consistente com o momento: Um álbum extremamente dramático e triste, mas ao mesmo tempo INCRÍVEL. É aqui que o Akina ressurge com altíssima qualidade, embora seguindo os padrões musicais da época (que eram ótimos, aliás).

Destaques: Todas, exceto 永遠 の 扉, considerando que a última faixa é uma versão melhorada da mesma. Minhas preferidas são: Aibu, You Are Everything e Norma Jean.

85/100

Crimson (1986)

City Pop, Sophisti-Pop, Synthpop, Synth Funk, Techno kayō

Sucessor do Fushigi, Crimson não está longe do nível de seus antecessores. Akina continua com um som muito sombrio, transformando muitas canções de Mariya Takeuchi (metade do álbum é dela) em hinos que exalam sofrimento. Um full muito consistente e com uma produção muito boa!

Destaques: Mind Game, 駅, Oh No, Oh Yes! (Melhor que a original), エ キ ゾ テ ィ カ e ビ ン ク ・ シ ャ ン バ ン.

88/100

Bitter and Sweet (1985)

Synthpop, Idol kayō, Synth Funk, Techno kayō, Synthpop, Sophisti-Pop

Outro ponto de virada. Akina já tinha uma boa qualidade musical, mas foi em Bitter and Sweet que a lenda conseguiu atingir um novo patamar artístico. As apresentações eram espetaculares e o visual mais icônico e da mais alta qualidade. Kazarijanainoyo Namidawa talvez seja o auge do idol kayo!

Destaques: Kazarijanainoyo Namidawa, Romantic na Yorudawa, Babylon, Unsteady Love, Dreaming e April Star.

92/100

D404ME (1985)

Pop Rock, New Wave, Synthpop, Sophisti-Pop

Presente entre os famosos Bitter and Swett e o aclamado Fushigi, D404ME é um álbum produzido com a melhor qualidade que os anos 80 japa poderiam oferecer. É aqui que surge o popular single Meu Amor e … (remix com introdução de samba). A proposta que existia no “BAS” é posteriormente refinada no D404ME. Endless é deslumbrante, Star Pilot é incrível, Blue Ocean é inovador e Meu Amor e é um MARCO. A consistência vai do começo ao fim, tendo um total de 0 faixas ruins na tracklist. Detalhe: Taeko Ohnuki compõe as faixas 1 e 7, esta última escrita pela EPO!

Destaques: Endless, ア レ グ ロ ・ ビ ヴ ァ ー チ ェ, Blue Ocean, モ ナ リ ザ e Meu Amor e …

92/100

Stock (1988)

AOR, Idol kayō, Hard Rock

Stock é o maior esforço de hard rock / metal da carreira da lenda. Ele teve vários colaboradores para a criação desta Bíblia, como os ícones cafonas SANDII e FUMIKO. O fato é que Stock foi fortemente influenciado pelos álbuns finais de Momoe Yamaguchi, que é a maior influência de Akina!

Destaques: Todas as músicas, mas minhas favoritas são: Yume no Fuchi, Farewall, Poison Lips (PERFECT) e Wanna Chance!

94/100

Fushigi (1986)

Art Pop, Ethereal Wave, New Wave, Sophisti-Pop

O melhor de Akina. Aqui é onde ela mudou totalmente de nível. Uma obra-prima da música experimental japonesa!

Destaques: Todas as músicas, mas minhas favoritas são:ニ ュ ー ・ ジ ェ ネ レ ー シ ョ ン, Labyrinth, Teen-Age Blue e Back Door Night!

Obs: Não vou falar muito dele, já que logo terá um lunch time…

98/100

Onde ouvir Akina Nakamori?

Baixar: https://jpop80ss2.blogspot.com/2020/12/akina-nakamori.html

Streaming:

7 comentários em “Worst to Best: Akina Nakamori(中森明菜)

  1. que revisitação lindaaaaaaaaa!!!! eu conhecia um pouquinho da lenda, mas com certeza vou sair daqui ouvindo e conhecendo mais um pouco. amei o post e queria pedir permissão pra chupinhar a ideia de fazer isso com algumas discografias longas (a cara de pau senhor)

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  2. Meu deus, eu não tô nem acreditando que eu finalmente achei um post que faz um ranking dos álbuns da lenda!

    Muito obrigada por essa super review. Fushigi tmb é meu álbum favorito dela. A Akina deveria ser mais conhecida e reverenciada no Ocidente.
    Só uma informação: “Oh no, oh yes!” de Crimson é a versão original. A versão da Mariya Takeuchi foi gravada em 87 pro álbum Request (a ideia desse álbum era de gravar todas as letras dela que foram gravadas por outros artistas anteriormente).

    Eu realmente espero que ela esteja bem e protegida da pandemia.

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    1. Quando eu escrevi esse post(no ano passado, no meu rym) eu jurava que a versão da Mariya tinha vindo antes, só recentemente que vi q ela tinha fornecido pra Akina! Mas obrigado por falar amg

      E eu amo demais a Akina, ela foi tipo o meio primeiro vício da old music japan!

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