Playlist ÁsiaÁsiatica: Abril (2021)

Bastante atrasado…

O mês de abril foi bem ok, servindo alguns hinos no Japão e muita bomba no resto, principalmente a Coreia que ganhou bastante armamento nuclear. Vou tentar indicar os melhores lançamentos do mês, porém não afirmo que vai te satisfazer. Enfim, vamos tentar:

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Análise de Sabores #22: Kura Kura mostra que o Twice realmente é o grupo da nação!

O primeiro post do blog é basicamente um massacre das twice. Uma review daquele tenebroso álbum de debut e poucas esperanças pro futuro. Meu eu de 2017 nunca esperava que elas se reinventariam e seriam as maiores fornecedoras de hinos no k-pop, barrando o Loona, o suprassumo dos girlgroups na época. Mas elas conseguiram. Lançaram o mini icônico de Fancy, subiram ainda mais em Feel Special e ainda lacraram o último álbum coreano. A carreira japonesa talvez tenha sido o inicio de tudo, pois foi Breakthrough o primeiro single fora do color pop(aegyo para qualquer pessoa normal). Muitos acham a carreira nipônica delas como um meio de reciclagem da carreira coreana, mas eu gosto muito das presepadas que soltam por lá. E então chegamos aqui…

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Análise de Sabores #21: Vamos para Paris com Julia Wu?

Julia Wu é uma daquelas cantoras chinesas fadadas a se tornarem cantoras clássicas, mas que de alguma forma conseguiram driblar o desejo dos pais e se tornou uma “cantora do mundo”. A lenda inclusive viveu boa parte de sua vida na Austrália, apesar de ter nascido na China, o que resultou em sua dupla nacionalidade. Por incrível que pareça, o ícone ainda foi guerreiro e participou do Miss Korea e do X-Factor Australia. Todavia, foi só nos últimos anos que ela começou a receber certo reconhecimento, devido a sua carreira ascendente na China. (tá difícil achar info sobre a Julia, então perdoem o post curto).

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Lunch Time #9: Timeabout

Bom, quem me conhece sabe que eu amo a Yukika. Eu descobri essa menina pelo rym lá e 2020, na época do debut album, e nunca mais parei de ouvir a discografia da lenda. Yukika foi bastante corajosa em sua passagem pelo “Real Girls Project, depois no fracassado mixnine e por fim chegando no seu debut solo. Só por ser japonesa já é uma dificuldade na Coreia, mas ela ainda foi além e virou um ícone do city pop no país. Como já falado em um post passado, a Coreia odeia o pop da cidade pois lembra uma época onde eles eram fracassados economicamente falando, além das guerras com o Japão. Mas ela, a mulher, vem lançando, de forma interrupta, vários pancadões city pop, chocando a Coreia. Ela fracassa, porém nunca desiste, mostrando que é brasileira. Muitos acharam que a mamacita iria parar depois de sair da sua antiga empresa, porém tudo não passou de um termino de contrato. Logo a fada foi para uma outra empresa, presidida pelo mesmo chefe da anterior, mostrando sua lealdade e jogando na cara das periféricas o seu poder.

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Análise de Sabores #20: Ai Furihata renova seu city pop com AXIOM!

Ai Furihata, mais conhecida como Furirin, talvez seja o ato japonês mais interessante do city pop atual. A integrante do girlgroup de anime AQUORS começou sua carreira com hino retro City, muito amada por todos os fãs. Ela então soltou 2 EP’s ano passado e logo anunciou seu próximo lançamento, que seria o seu primeiro single físico, fazendo jus ao conceito 80s. Foram meses de espera até o lançamento para streaming(o físico só sai dia 18), sendo finalmente liberado no último dia 11:

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Análise de Sabores #19: We Are The Peripheral Queens (J-Indie Edition)

Eu acabei ficando alguns dias sem postar por motivos pessoas, então decidi fazer um pacotão de reviews japas. Não é como se as faixas daqui não merecessem um post solo, apenas não vai dar tempo para fazer de todas. Na ultima quarta feira, dia 7 de abril, muita coisa boa saiu no Japão. Inclusive, preciso falar que toda quarta feira ocorrem vários lançamentos por lá, sendo meio que um “dia oficial dos releases” na terra do sol nascente. Dito isso, a maioria dos comentários escritos aqui serão de singles desse dia. Então vamos de provar!

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Análise de Sabores #18: Qualquer coisa coloca um biubiusawwwnn!

Eu nunca fui muito chegado nas musicas da G.E.M. Não tem um motivo concreto; acredito que a discografia dela fede a baladas chinesas, o que me afastou bastante dela. Eu também não sou muito chegado no mandopop dos aos 2000, principalmente no final da década. A gema de ovo debutou nesse época, logo não me interessei pelas musicas. Esse ano ela começou com ballads mela cueca, porém chocou a todos e lançou esse hitzão abaixo:

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Lunch Time #8: Like Water

O ano de 2020 foi bastante complicado para todos; talvez tenha sido um pouco mais para Wendy, Red Velvet e os próprios Reveluvs. O comeback nunca vinha, acidentes aconteceram e a bandida da Irene protagonizou uma das maiores polemicas idol de todos os tempos. Agressão de funcionários… sério Irene? complicado em. O exposed da anti macho envolveu muitas pessoas e o Red Velvet consequentemente também foi bastante afetado. O comeback que já estava virando lenda urbana, acabou realmente virando. Felizmente, a SM tomou vergonha na cara e chocou o fandom ao anunciar o mini de debut da Wendy. As vendas estão altas, mostrando que elas ainda possuem os 5 fãs de sempre. Segue a tracklist do mini:

1. When This Rain Stops
2. Like Water
3. Why Can't You Love Me? 
4. 초행길 The road 
5. Best Friend (com Seulgi)

(“singles” em negrito)

Lançado hoje dia 05/04, o EP de debut da Wendy está prometendo ser um compilado de baladas. A estética é uma cópia na cara dura do Folklore, da muito amada e odiada Taylor Swift. O photobook segue bem o estilo adotado pela Taylor em 2020, mostrando que a Sorn não é a unica fã da loirinha. Os nomes, artigos no naver, a estética, TUDO aponta para ballad album, servindo Taeyeon na bandeja. Esse conjunto de acontecimentos jogou as minhas expectativas lá no inferno, logo o que vier de bom vai ser lucro. Todas as capas estão lindas, então já tem alguma coisa para se orgulhar. Sendo bem sincero, a Wendy passa longe do meu favoritismo no Red Velvet; minha bias absoluta sempre foi a Joy. A convidada do mini, a Seulgi, também nunca me chamou a atenção. Inclusive, o feat delas tá fedendo a balada, principalmente pelo nome, além de ser a faixa finalizadora. Não vou mentir, queria a Joy de solo, mas vou estar de mente aberta para isso aqui. Segue a review:

A abertura, When This Rain Stops, é, assim como praticamente todo o álbum, uma balada. Uma balada melodramática bem monótona. É sempre muito complicado sair uma balada interessante no k-pop, uma vez que as estruturas são sempre tediosas e sem progressão. As letras pelo menos são bem melhores. “Tem muitos dias que me sinto sozinha”/”Às vezes, coisas que eu achei que conhecia se tornam desconhecidas”. São épocas difíceis para Wendy. Toda essa situação envolvendo o cancelamento do Red Velvet pode ter trazido muita dor de cabeça para ela. Se em outrora ela era muito amada, atualmente muitas pessoas podem ter sumido. “Eu quero te abraçar, estou cansada do escuro”. Estou cansada das dores do dia a dia; não aguento mais viver na escuridão. É apenas questão de resiliência, porque quando essa chuva parar, poderei sorrir novamente.

Servindo mais uma ballad mela cueca, Like Water de chuca já não vinha prometendo muito. Como title ela é bem fraca, talvez teria sido melhor caso fosse uma album track. O refrão não me agradou muito, ainda que o instrumental tenha me impressionado. É como se o arranjo não tivesse dado orgulho ao instrumental. Não existe nenhum replay factor comigo aqui, e talvez eu tenha gostado mais da primeira. O clipe é bem bonitinho e segue os padrões do kpop atual mela cueca, mas eu não tenho mais paciência para esses clipes de mulher branca(ou amarela né) rica e dolorida. Sério gente, acho uma chatice. Enfim, se na abertura ela estava clamando por felicidade, aqui Wendy quer preencher o vazio do outro. Ela vai ser a água que curará seus ferimentos. “Meu amor é como água”/”Preenchendo seus pontos doloridos”. Ela é como uma pastora: CURA SUAS FERIDAS. Assembleiana, pastora, evangélica, pregadora. Wendy grita jesus pelos pobres e deprimidos, pelos sofridos e desprovidos. E no final prega: “Quando você abrir os olhos, tudo estará bem”. Você pode até ficar bem, mas essa musica continua sendo uma bomba!

Animando a atmosfera da tracklist, Why Can’t You Love Me é a única faixa “não-balada” do EP. Eu realmente senti vibrações 90s da Mariah Carey aqui. Parece uma boa mistura de adult contemporany e R&B, não chegando a salvar o mini, mas dando uma considerável diferenciada. Poderia ter mais algumas assim no mini né. Apesar da batida mais acelerada, as letras são bem frias, como o resto da tracklist. “Essa primavera de março está muito fria”. Nós precisamos ficar juntos nesse inverno, compartilhar emoções e calor humano. Só assim conseguiremos esquentar nossos corações. “Por que você não pode simplesmente me amar”. The Road* é facilmente a minha favorita do mini. Como já foi falado, poucas k-ballads conseguem alcançar uma progressão interessante; felizmente aqui temos uma bem legal. Não que seja um hino perfeita, porém está acima da média. O refrão é definitivamente a melhor parte, servindo gritos bem Taeyeon. O piano em conjunto com o instrumental foram essenciais na criação de um clima épico que permeia por toda a faixa, estourando no refrão. Wendy está percorrendo uma estrada, um caminho. Ela já percorreu vários, mas esse é demasiado importante. “Essa não é a primeira estrada que caminho”/”Mas ela é diferente das outras”. Quando o relacionamento termina, as dores permanecem por bastante tempo. “Nós andamos por essa estrada a noite toda”. As memorias felizes que foram cultivadas durante o relacionamento parecem eternas, sempre estigmatizando alguns locais. Eu e ele constantemente andávamos por essa estrada, logo lembro dele ao passar por ela. Talvez eu só venha aqui querendo encontrar você, com a esperança de ficarmos juntos novamente…

A cavernosa Best Friend fecha o mini com fracasso. Eu mal mal consigo identificar a voz da Seulgi aqui, mas a pobre tá nesse feat. O nome é bonitinho e a faixa um amor, apesar dos pesares. A letra é a mais clichê do EP, sendo basicamente sobre amar para sempre o seu melhor amigo, compreendo suas qualidades e defeitos. Mais chata impossível!

(O * indica faixa(s) favorita(s))

O ALMOÇO FOI BOM?

O ALMOCO É BIFE DE FÍGADO!

30/100

Análise de Sabores #17: Vamos aguçar os sentidos com Sixth Sense!

O mainstream japonês não anda tão bom quantos costumava ser, porem o “indie” está cada vez melhor. E foi vagando pelo vasto mundo dos periféricos japas que encontrei essa delicia aqui. zzz é um cantor e produtor de musica acid house, geralmente liberando algo mais experimental, como é o caso aqui.

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Análise de Sabores #16: Jasmine finalmente está de volta!

Jasmine é uma daquelas cantoras r&b sexy que as pocs amam, ainda que isso tenha sido lá em 2010. A fada voltou a ativa tem um tempo, mas sua carreia estava bastante cavernosa. Muitas faixas genéricas, EP’s fracos e singles sem carisma. A qualidade dos lançamentos recentes estavam bastnate aquem de seu ótimo debut album, o maravihoso e sempre lembrado “Gold”. Felizmente, a gata se superou, largou as bombas e finalmente desovou um hininho:

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E VAMOS DE K-POP

Do Brasil para os esgotos de Seul

dramas antes de flores

"Why did the world teach us such different things? And why did it put us together?" - Ipseong, Arthdal Chronicles

Pop Asiático.jpg

K-pop, J-pop e outras letras-pop em um blog

SRSLY K-POP?

Aquele blog que faz tanta review de tanta coisa que até a gente se perde.

AYO GG!

Um blog para palpitar sobre asiáticas gostosas

Delírios da Madrugada

O Blog do Kpopper Insone

sobreasian

porque eu não tenho vida social

E AÍ SURGIU O KPOP

e sua vida nunca mais foi a mesma

Aquário Hipster

Reviews e reflexões de K-Pop e Boys Love por um aquariano bem brisado...

Valentina Linz

escritora - writer